Terça-feira, 19 de Julho de 2005

Texto da Darla

Darla_antigamente.jpg

O meu nome é Darla. Estava a morrer de disfunção coronária sifilítica quando fui transformada em vampira pelo Mestre, em Virgínia (EUA), em 1609. Foi ele que me deu o nome de Darla.

Fui namorada de Angelus e acabei por o transformar em vampiro, em 1753 na Europa. Fui eu que o apresentei à rapariga cigana, causadora da sua “maldição”, em 1898. Senti a sua alma e abandonei-o com nojo dele.

Séculos mais tarde, Angel enfiou-me uma estaca no coração, quando eu tentava matar a Buffy, em Sunnydale.
Fui trazida de volta à vida por meio de magia negra, realizada pela Wolfram & Hart, como humana outra vez, ainda que com o problema de coração era tão má quanto era em vampira. O objectivo era atormentar Angel para que ele voltasse para o lado das trevas.
Comecei por entrar nos seus sonhos, o que o deixava perturbado. Depois, comecei a passar por ele na rua e quando conseguiu falar comigo, fiz-me passar por DeEtta Kramer, uma mulher casada e sem nada de especial.
Mais tarde, Angel acabou por cair numa armadilha montada por mim, juntamente com Wolfram & Hart: é acusado de matar o meu marido, ou melhor o marido de DeEtta, Stephane Kramer (que na verdade era um actor contratado), e passa a ser perseguido pela polícia. No entanto, Kate, uma amiga policial de Angel, acaba por o livrar de ser preso.
Angel acabou por descobrir que eu tinha sido trazida de volta pela W&H e tentei seduzi-lo, sem sucesso.

Quando fiquei a saber que ia morrer em três meses, quis ser transformada em vampira de novo e pedi a Angel que me mordesse, mas ele recusou. Para tentar salvar a minha vida, ele passou por provas que me garantiriam uma segunda chance, e conseguiu conquistá-las, só que eu não aceitei, pois para mim, já estava a viver a minha segunda chance.

Fiquei comovida o gesto de Angel – eu pude sentir tudo o que ele sentiu, o quanto ele se importava comigo – mas conformei-me com a morte.
No entanto, neste exacto momento, Lindsey (apaixonado por mim), a serviço da Wolfram & Hart, trouxe a Drusilla até mim, e fui transformada em vampira novamente, sem que Angel nada pudesse fazer.
Eu e a Drusilla passámos a matar juntas e causamos o pânico em Los Angeles; matamos, inclusive, um grupo de advogados da Wolfram & Hart, reunidos na casa do chefe Holland Manners – e Angel, em plena crise de identidade, não fez nada para nos impedir.
Apesar de tudo, o Angel estava determinado a fazer-nos parar de matar inocentes, pelo menos, e colocou-nos fogo, quando estávamos a tentar reunir um exército de demónios, mas acabámos por escapar.
Drusilla deixa então Los Angels e vai para Sunnydale, tentar recrutar Spike e eu fiquei sob os cuidados de Lindsey.

Depois de recuperar, voltei em força, ainda com sede de poder: poupei Lindsey (e Lilah) do massacre na adega de Holland Manners, eu contei com a ajuda dos dois nos meus planos de ascensão. Contudo, as coisas não funcionaram como eu queria.
Mais tarde, Angel (ainda na sua má fase) e eu, acabámos por fazer sexo. Eu achei que ele tinha perdido a sua alma nojenta e fiquei decepcionada quando vi que ele, para além de não a ter perdido, ainda teve uma epifania e voltou a ser o Campeão que sempre foi. Então, eu deixei Lindsey e Los Angeles.

Nove meses passaram e eu reapareci em Los Angeles, grávida. Contei que tinha tentado tudo para me livrar do bebé, mas sem sucesso, para surpresa do Fang Gang.
O pai, Angel, e os seus amigos, tentaram proteger-me, enquanto tentavam descobrir como a gravidez foi possível, pois os vampiros não procriam, tudo isto no meio do caos causado pela chegada dos nossos arqui-inimigos, Holtz.
Quando a hora de dar à luz se aproximou, eu, influenciada pela alma do filho que esperava, transformei-me e um sentido de amor imenso pelo meu bebé apareceu. Com medo de que após o nascimento eu me tornasse uma ameaça para o meu próprio filho – pois então não contaria mais com uma alma – sacrifiquei-me, enfiando uma estaca de madeira no meu próprio coração.

Enquanto eu virei pó, o bebé “nasceu” perfeito, para orgulho de Angel. Connor – como eu disse pouco antes de morrer – foi a única coisa boa que eu e o Angel fizemos juntos.
Ainda apareci outra vez, em espírito, quando o meu filho Connor, já adolescente, estava prestes a matar uma rapariga inocente, a pedido de Jasmine. Eu tentei, desesperadamente, fazê-lo desistir, mas não tive sucesso.

Obs.: A geração de Connor, segundo Jasmine, foi possível porque a Angel era devida uma vida — que ele tinha conquistado quando passou por provas para me salvar, que iria morrer em breve de sífilis. Como eu já tinha tido a minha segunda chance quando foi trazida de volta pela Wolfram & Hart, ela não pode usar esta vida "sobressalente".
Caçado Por: Buffy Summers às 19:17
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1 comentário:
De Anónimo a 20 de Julho de 2005 às 09:06
Eu recuso-me a deixar os meus segredos em público. Mas se quiseres, posso deixar os segredos das minhas vizinhas... ou das minhas tias de bigode :oDSDC
(http://senhordaschaves.blogs.sapo.pt)
(mailto:senhordaschaves@yahoo.com)


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